Quarta-feira, 2 de Julho de 2008
O verdadeiro sentido ...
BASTA.
É preciso um verdadeiro indicador para uma obra mais real e objectiva.
A População do Concelho de Espinho demonstra firmemente o seu sentido de orientação.

Terça-feira, 24 de Junho de 2008
A População precisa saber mais
CARTA ABERTA
TGV
O QUE ESTÁ POR DIZER…
“ALTA VELOCIDADE FERROVIÁRIA - ESCLARECIMENTO SOBRE TRAÇADO EM ESPINHO” este era o título do esclarecimento dado pela RAVE e que deu à estampa no passado dia 5 de Junho de 2008, no Jornal Defesa de Espinho.
Da leitura do ponto 4 do acima referido esclarecimento, decorre que a RAVE já sabe o nº de habitações a demolir, pelo que é legítimo concluir que saberá qual o traçado do TGV.
Assim sendo muito gostaríamos que fosse dada resposta pública às seguintes questões:
1) Quais as habitações a demolir?
2) Até quando vão manter as medidas preventivas nos terrenos anexos ao corredor do TGV?
3) Qual a faixa que fica restritiva em permanência, na zona envolvente ao atravessamento, seja ele em túnel, à superfície ou em viaduto?
4) A partir de que distância do corredor vai ser possível construir?
5) Qual o efeito que um comboio de alta velocidade a 20 metros de profundidade provoca:
a. Na estrutura das casas, quanto a danos contínuos e permanentes;
b. Quanto a ruído e vibrações;
c. Quanto ao impacto nas linhas de água.
6) Qual a área externa que irá ser reservada para efeitos da ventilação do túnel?
7) Que zonas vão ficar afectas aos acessos, para manutenção e emergência, em caso de acidente?
8) Quais os locais onde se farão os túneis e que implicações terão para os terrenos e habitações adjacentes?
9) Será possível construir nessas zonas?
10) Existirão estradas cortadas? Após o traçado definitivo quais as actuais acessibilidades vão ser cortadas?
11) Haverá uma segunda vaga de expropriações para então construir os novos acessos?
A Comissão de Moradores
TGVnão – Concelho de Espinho
RAVE AVANÇA COM ESCLARECIMENTOS NA IMPRENSA LOCAL ...
Apontamentos
Foi publicado no passado dia 5 de Junho de 2008 na imprensa local, alguma informação no que refere ao projecto para passagem do TGV pelo nosso concelho.
Após a leitura da respectiva notícia e citando a publicação no jornal A DEFESA DE ESPINHO transcreve-se a seguinte;
"ALTA VELOCIDADE FERROVIÁRIA
Esclarecimento sobre o traçado em Espinho
- A Linha de Alta Velocidade Lisboa-Porto responde às necessidades de modernização do País, servindo as zonas mais densamente povoadas e com maior dinamismo económico.
- A Rede Ferroviária de Alta Velocidade (RAVE) vem desenvolvendo os estudos de traçado desde 2002, procedendo à sua optimização e procurando minimizar os impactes negativos provocados.
- A partir de Setembro e âmbito do Processo de Avaliação de Impacte Ambiental, vai iniciar-se a Consulta Pública sobre os traçados relativos ao troço entre Aveiro e Vila Nova de Gaia.
- Em todo o Concelho de Espinho serão afectadas, no máximo, 14 habitações, no corredor considerado ambientalmente mais favorável:
- Freguesia de Paramos: 0 habitações
- Freguesia de Silvalde: 0 habitações
- Freguesia de Anta: 6 habitações
- Freguesia de Guetim: 8 habitações
- No caso das edificações afectadas, as expropriações correspondentes serão objecto de pagamento da justa indemnização, a fixar de forma a compensar o rejuizo do expropriado. O valor das indemnizações será definido de acordo com os critérios legalmente estabelecidos no Código das Expropriações, tendo em atenção, designadamente, a classificação do uso dos solos.
- Não se prevê a afectação de nenhum equipamento importante - nomeadamente, escolas, igrejas, cemitérios, centros de acção social e de saúde -, nem a afectação de áreas com interese para a conservação da natureza e da biodiversidade ou de elementos patrimoniais com interesse arqueológico, arquitectónico ou cultural.
- A construção da Linha de Alta Velocidade contempla várias soluções de engenharia destinadas a minimizar os seus impactes no território. Estão previstas medidas de minimização do efeito de barreira, de atenuação do ruído, de protecção de espécies e ecossistemas, e de preservação do património.
- A RAVE defende o princípio da transparência da informação. Para o efeito, disponibiliza toda a informação relevante à população e está preparada para responder às questões que sobre esta matéria lhe sejam dirigidas.
Acrescenta ainda que disponibiliza toda a informação através dos indereços:
www.rave.pt
rave@rave.pt
RAVE, Av. D. João II, lote 1.07.2.1, piso 1, 1990-096 Lisboa
PS: Os elementos transcritos foram publicados no JORNAL DEFESA DE ESPINHO
Terça-feira, 17 de Junho de 2008
Abaixo-assinado
Os residentes abaixo assinados estão contra o TGV e a sua passagem no concelho de Espinho porque, ao manter-se o traçado projectado, tal implica um impacto profundamente negativo nas suas freguesias, esquartejando-as e amputando-as do seu território, das suas acessibilidades, das suas habitações e equipamentos escolares, sociais e desportivos, com consequências gravíssimas na vida e quatidiano das populações, o que se traduz no seu desmembramento e do concelho, quer demográfico, quer do equilibrio ambiental.

A sua participação é fundamental para a defesa conjunta da qualidade de vida das nossas familias e sobretudo o futuro dos nossos filhos.
Mensagem ...
TGVnão
concelho de espinho
Ex.mo(a) Sr(a),
A Comissão de Moradores agradece a sua presença na reunião ocorrida no Auditório da Junta de Espinho. Foi um momento de grande união e força para este movimento, que lutará incessantemente para estes traçados do TGV agora apresentados ou outros que, como este, violem gravemente o funcionamento das cidades, freguesias ou lugares, bem como agridam o tecido sociológico dos residentes, sejam repudiados e rejeitados incondicionalmente numa obra cuja eficácia é no mínimo questionável.
Anexamos o Abaixo Assinado, solicitando desde já a sua divulgação e preenchimento.
Vamos dignamente defender as nossas causas.
Informe-se, divulgue e participe! Não podemos esperar que alguém trave esta luta por nós pois a luta é nossa!
Apresentamos cordiais saudações e sinceros cumprimentos.
Atentamente,
A Comissão de Moradores
Movimento TGVnão
Domingo, 15 de Junho de 2008
Mapa do itenerário em estudo
(imagem publicada site C.M.E.)
A publicação do decreto-lei 7/2008, de 27 de Março relativo à "LIGAÇÃO FERROVIÁRIA DE ALTA VELOCIDADE DO EIXO LISBOA-PORTO", criou condicionalismos e medidas preventivas que afectam uma vasta área no nosso Concelho e mais concretamente as familias que nele habitam.
Freguesia de Guetim vai ser a mais afectada
Sábado, 14 de Junho de 2008
Reunião de moradores em 17 de Maio de 2008
CONCLUSÕES
Espinho é um conselho pequeno, composto por cinco freguesias, que já é dividido por várias vias de comunicação como a A29, IC24, linha férrea do Norte. Os traçados do comboio de alta velocidade (TGV) anunciados pelo decreto 7/2008 de 27 de Março vêm agravar esta situação, em especial nas freguesias de Anta, Guetim, Silvalde e Paramos.

As duas alternativas de traçado propostas para a área geográfica de Espinho não servem os interesses dos espinhenses. A Vila de Anta ou fica completamente dividida ao meio, ou fica sem a maioria dos seus equipamentos desportivos, incluindo um pavilhão que ainda não foi inaugurado.
Em qualquer das alternativas a freguesia de Guetim, a mais pequena, é cortada literalmente ao meio, sentenciando a freguesia à extinção.
Os dinheiros públicos, dos nossos impostos, não podem ser assim esbanjados! A maioria das familias teria de ir viver para concelhos vizinhos, descaracterizando as raízes sociais das freguesias afectadas.
O próprio crescimento do concelho fica comprometido e mais pobre. Também pode perder a zona verde do futuro parque da cidade.
Qualquer dos traçados afecta centenas de residências e familias, num concelho onde a dificuldade de aquisição de habitação leva muitos jovens a deslocar-se para concelhos vizinhos. Afecta o comércio e indústrias, num concelho onde a taxa de desemprego tem vindo a subir e os problemas sociais a agravarem-se. Onde os bairros sociais, infelizmente necessários, nascem em detrimento da habitação própria por falta de capacidade económica das pessoas e pelos preços elevadíssimos de terrenos e habitações praticados em Espinho, fruto de uma política de protecção do espaço verde, que agora cai por terra. Estamos por tudo isto contra que o TGV passe pelo concelho de Espinho. TGV por Espinho, não obrigado!